O bom filho à casa torna! Bem-vindo de volta, mister JOBS!

•1 / Novembro / 2009 • Deixe um comentário

Sim, o “mestre” está de volta ao trabalho, na APPLE.

Foto divulgada pelo site "TMZ"

 

Foto divulgada pelo “TMZ”.

Em janeiro de 2009, após inicialmente ter dito que sua perceptível perda de peso se devia a um desequilíbrio hormonal, Jobs anunciou que ficaria temporariamente afastado por questões de saúde que seriam “mais complexas” do que tinha pensado.

Jobs – que tem 54 anos – passou por um tratamento de um tipo raro de câncer no pâncreas em 2004.

Ele passou por um transplante de fígado em Memphis, no Estado norte-americano do Tennessee, durante seu afastamento. Apesar do hospital não ter divulgado mais detalhes sobre sua condição, informou que o executivo “está se recuperando bem e tem um excelente prognóstico”.

Porém. desde meados de Julho/2009 o CEO “supremo” da APPLE está de volta à ativa, sendo visto várias vezes perambulando pelo campus da empresa (com sede na cidade de Cupertino, na Califórnia) mesmo não cumprindo todo o expediente, afinal seu tratamento de saúde ainda continua.

Steve Jobs foi visto várias vezes ainda com aparência muito magra e devidamente reconhecido por sua indefectível “marca registrada” (camisa preta de gola rolê e calça jeans), geralmente acompanhado por outros “figurões” da APPLE, tal qual Jonathan Ive, a cabeça criativa da empresa responsável pelo marcante design inovador dos produtos Apple.

Todo esse alarde em torno da “volta de Jobs” à empresa é em boa parte para agradar investidores e consumidores, mas não deve manter a mesma importância de seis meses atrás. Vela lembrar que no começo do ano, quando Steve Jobs anunciou sua licença médica, retirando-se do comando, houve muitas especulações que baixaram as ações da Apple na bolsa de valores e muitos “especialistas” anteciparam a morte de JOBS e da APPLE.

A Apple neste período sem a presença de Steve Jobs continuou com sua rotina e desenvolvimento normalmente, e nada abalou o fôlego da empresa, o que indica que o sucesso da empresa não está mais tão fortemente ligado à figura de seu icônico líder.

 

Steve Jobs apresenta iPhone e outras novidades em São Francisco

steve jobs apresenta novo iphone 3gs

JOBS apresenta o novo modelo iPhone 3GS

Depois de um longo período de seis meses sob licença médica, onde o executivo se dividiu entre trabalho em casa e na empresa, sem ficar totalmente parado e afastado da rotina da empresa, Jobs reapareceu oficialmente público no dia 09/09/2009, no evento musical “It’s only rock and roll, but we like it” (Yerba Buena Center for Arts, em São Francisco) para apresentar as apostas da Apple para os próximos meses.

Seus “mac-fãs” o aplaudiram de pé, de forma muito acalorada, mostrando saudades de suas notórias keynotes (apresentações) sempre tão disputadas entre seus seguidores, e por sua marcante figura de líder. Eis suas primeiras palavras neste evento:

“Eu tenho um fígado de uma pessoa de 20 e poucos anos que morreu em um acidente de carro e foi generosa o suficiente para doar seus órgãos. Estou vivo por causa desta generosidade. Espero que todos nós possamos ser generosos assim”, disse Jobs, que agradeceu à toda comunidade Apple e a Tim Cook, que comandou a empresa em sua ausência.

Antes de lançar as novidades, Jobs afirma que os iPod’s ” já venderam mais de 30 milhões de unidades” e cita também a App Store, que tem mais de 75 mil aplicativos e foram baixados cerca de 1,8 bilhões de aplicativos, isso sem incluir as atualizações.

Mas o destaque fica para uma nova família de iPod nano, que além de novas cores, agora tem câmera de vídeo (640 x 480 pixels)! O aparelho ultra fino da APPLE também tem uma tela de 2,2 polegadas, rádio FM, VoiceOver (que diz qual a faixa e artista que está tocando no momento), o Genius Mixes, aplicativo de gravação de voz para ser usado com o microfone embutido e um pedômetro, que, como nos iPod touch, precisa do kit Nike+ Sports para ser usado.

Nos Estados Unidos os preços sugeridos variam de US$ 149 a US$ 179.

Em relação ao iPod Touch, a principal mudança é na questão preço versus capacidade. A linha TOUCH é o que mais cresce em vendas, com 20 milhões de unidades comercializadas, e o sucesso é porque o aparelho é um ótimo iPod, um ótimo computador de bolso e um ótimo videogame portátil. E compara com seus concorrentes, o Nintendo DS (3680 jogos disponíveis) e o PSP (607 jogos) contra os 21,178 jogos para iPhone. Em seguida, introduz alguns jogos, como “First Assassin’s Creed”, “Nova” e “Madden NFL 10″.

Mas a grande novidade para o iPod Touch é que eles estão mais baratos! (yeees!)
O modelo de 8GB custa agora US$ 199, o de 32GB vale US$ 299 e o de 64GB sai por US$ 399, sendo que os dois últimos modelos estão 50% mais rápidos.

Nós aprendemos alguma coisa há alguns anos no negócio de iPod. Soubemos que US$ 199 é um preço mágico … Então é isso que vamos fazer com o iPod touch”, disse Jobs, referindo-se ao modelo de 8GB.

Já em relação ao modelo iPod shuffle, as novidades incluem cinco novas cores (rosa, verde, azul, prata e preto), que tem preços a partir de US$ 59, com 2 GB. Modelo com 4 Gb custarão US$ 79.

O iPod Classic não morreu! Este ganhou uma nova versão turbinada de 160GB e pelo mesmo preço: US$ 249.

Novos iPod's NANO
O iPhone OS 3.1 (novo sistema operacional para iPhone e iPod touch) é apresentado, com novas funções e correções de erros. Foi mostrada a função Genius para aplicativos e ringtones. Jobs observou que a Apple oferecerá mais de 30 mil ringtones por US$ 1,29 cada.
Depois o assunto foi a música. Jobs disse: “…ainda não temos Beatles na iTunes Store, mas chegaremos lá”.
A loja virtual é a maior loja online de venda de músicas no mundo, com 8,5 bilhões de faixas vendidas e mais de 100 milhões de contas

Também foi lançado o iTunes 9, com melhoria de gerenciamento de aplicativos em iPhone e iPod Touch. Nele, também o programador de listas de músicas Genius Mixer ganhou novas funções para misturar os canais de música de vários gêneros.

A grande novidade é o iTunes LP, que leva a experiência de ter um LP físico no mundo virtual. Com a nova função, você consegue ver e baixar as letras das músicas, notas, vídeos e a cronologia do álbum de seus artistas favoritos. Sobre isso, Jobs disse:

“LPs eram ótimos – você tinha música, fotografia, notas, ensaios … a maioria nos deixou quando partimos para os CDs (…) Isso é o que estamos fazendo com o LP. Você comprou um grande álbum no passado … você pode tê-lo novamente. Aqui está o ‘American Beauty’, do Grateful Dead. Um grande disco. Há todos os tipos de conteúdo adicionados aqui, como letras, fotos…”, assim ele explicou sobre o novo LP.

Para os filmes, a brincadeira fica ainda melhor! O “iTunes Extras”, como o nome diz, funciona como os extras dos DVDs, mostrando cenas inéditas, organizando filmes por capítulo e todos os adicionais que adoramos.

O iTunes 9 inclui o mixer de música Genius Mixer, que gera automaticamente listas extraídas dos catálogos do usuário, de acordo com os critérios de compatibilidade, permite o controle das aplicações do iTunes com o iPod e compartilha os conteúdos com até cinco computadores em uma residência, visando assim por demandas familiares.
Vale lembrar que o iTunes é uma espécie de loja virtual de música, filmes e programas de TV, só que não opera no Brasil.

E para encerrar a grande epopéia “o retorno de mister Jobs” (ou melhor, o lançamento dos novos produtos Apple), chega ao palco Norah Jones que canta “Come away with me” a nova música de seu próximo álbum “ Young Blood”. Steve Jobs volta para agradecer a cantora e despedir-se do público. E ficamos ansiosos para vê-lo de novamente nas próximos apresentações da Apple.

KEYNOTE – STEVE JOBS – APPLE

 

 

O novo QuickTime X Player, da Apple, não é apenas mais uma carinha bonita no monitor! Vai além disso…

•28 / Outubro / 2009 • Deixe um comentário

QuickTime XA nova interface do QuickTime X Player já foi demonstrada pela Apple e está bem clara para o lançamento do Mac OS X 10.6 Snow Leopard, mas, devido a tamanha diferença em relação à atual versão 7, não faz sentido manter o estilo atual do plugin web, usado por muita gente para assistir a vídeos e acompanhar streamings de conteúdos ao vivo. Assim, é provável que ela esteja planejando uma remodelação para os seus controles de execução, e o AppleInsider foi o primeiro oferecer uma previsão dela:

QTX Plugin

Apesar de nada do proposto acima ter sido confirmado como oficial, a mudança combina bem com o player local, mas não aparenta dar espaço principal para o conteúdo da mesma forma. Seria interessante, por exemplo, se a barra de controles tivesse um leve nível de opacidade, bem como a possibilidade de sumir da visão do usuário em vídeos, quando o cursor fosse posicionado fora deles.

Mas vamos esperar para ver: o próprio AppleInsider acertou em cheio quando revelou um mockup da interface do QuickTime X Player bem antes de ela aparecer em um build do Snow Leopard. No fim das contas, é uma evolução natural e nos adaptaremos a ela, caso esteja no lançamento final.

QuickTime X Player oferecerá recurso para gravação de screencasts

Segundo desenvolvedores envolvidos em testes nos últimos betas do Mac OS X 10.6 Snow Leopard distribuído pela Apple, o QuickTime X Player recebeu uma atualização que trouxe a público um recurso que não era previsto em sua descrição oficial no site da Apple: trata-se da possibilidade de você capturar vídeo da sua tela para uso em screencasts, algo que hoje só está disponível em utilitários pagos, como o Snapz Pro X e o ScreenFlow.

De acordo com eles, o recurso foi encontrado sob a forma de uma opção no menu File chamada “Screen recording”. No momento, tudo que ela faz é alertar o usuário sobre o início da captura e logo desaparece, sendo que um controle para encerrar a gravação fica disponível a qualquer momento na barra de menus do sistema. Apesar de ser ótimo ter algo do tipo funcionando nativamente no Mac OS X para gravação de screencasts, o que ficou claro é que a novidade não traz a mesma flexibilidade para edição ou configuração que os softwares pagos.

O estranho é que o recurso não estava funcionando nesses builds mais antigos, mesmo com toda essa metodologia de interface já implementada: os arquivos gerados por ele são armazenados em uma pasta configurada nas preferências, mas ao abri-los simplesmente não há nada. Contudo, ainda não se sabe se a gravação de tela está funcionando no beta mais recente, que foi liberado durante a última semana para um pequeno número de desenvolvedores.

O que faz do QuickTime X algo além de um novo Player?

O QuickTime X, por baixo dos panos, possui uma arquitetura de mídia atualizada, baseada no trabalho da Apple com o QTKit da versão 7. A sua estrutura foi tão otimizada que entrega rapidez na reprodução de vídeo em alta definição até para o mais fraco dos Macs atuais, porém com a dependência mínima da GPU NVIDIA 9400M.

Esse desempenho não apenas se aplica a vídeo, como também para áudio em AAC, que pode ser trabalhado com muito mais facilidade do que antes, mesmo que a largura de banda disponível não seja muito alta. Graças a isso, você pode ter melhores conversas multimídia com seus amigos no iChat do Snow Leopard, que apresenta uma qualidade de visualização muito maior, até quando a sua conexão de internet não é muito boa.

Ainda nos bastidores do Player, você vai encontrar código em 64 bits sendo orientado pelo Grand Central Dispatch, a fim de oferecer maior velocidade na abertura de arquivos pesados. Essas tecnologias também são aproveitadas em processos como captura de vídeo da tela e exportação para a web — por isso a minha experiência com o aplicativo foi tão boa, mesmo em um máquina com um hardware um pouco inferior que o ideal para tirar proveito disso com maior desempenho.

Por fim, temos ainda a mesma tecnologia de streaming via HTTP do iPhone OS 3.0 — que otimiza a reprodução de vídeo em diversos tipos de conexão —, acompanhada do suporte a ColorSync, que oferece maior fidelidade de cores aos seus vídeos e gravações, mesmo fora do Snow Leopard. Recursos como esses justificam a mudança drástica da Apple em relação ao QuickTime do Leopard, mas é importante lembrar que ele ainda não é perfeito, de forma que você deve manter a versão anterior instalada na sua máquina.

 

NOVO SNOW LEOPARD – A mais nova versão do Mac OS X

•27 / Outubro / 2009 • Deixe um comentário

UM NOVO MAC/OS SAINDO DO FORNO!!!

Grrrrrrrrrrrrrrrrraaauuurrrrr!

A Apple desta vez não fez grandes alterações nem estardalhaço, então fez somente um “Leopard genérico” e o batizou de Snow Leopard, o “felino das neves”. E, como este felino tem quase o mesmo focinho do outro, o preço de atualização foi bastante reduzido, dos US$ 149 normais, cobrados desde sempre, para apenas US$ 29 aos quem já têm um 10.5 instalado. De fato, pouco mudou na parte visível ao usuário. Temos centenas de pequenos “pedacinhos” de sistema operacional novo…

Quando foi apresentado na WWDC de 2004, o Mac OS X 10.4, “Tiger,” tinha mais de 150 novas funções que desbancavam completamente a concorrência. Os mais antigos vão se lembrar dos gigantescos cartazes dizendo “Redmond, liguem as copiadoras”, já que o Windows Vista ainda estava em desenvolvimento. Um ano e meio depois, na divulgação do 10.5, “Leopard”, o número de funcionalidades novas dobrou, chegando a 300 novidades, mas em grande parte era invisível para o usuário comum.

Pois então… a Apple resolveu mudar essa história com o novo Snow Leopard. Quantas novidades o Mac OS X 10.6 tem? Nenhuma. Nada.! Nadica de frescuras e novas interfaces. O “Snow Leopard” será conhecido por ser o refinamento do antigo Leopard. Bem, na verdade, há uma funcionalidade que não havia nas versões anteriores do sistema, suporte ao Microsoft Exchange. Bom, um é melhor do que zero, certo?

Então, não vale a pena atualizar, afinal, não há nada de novo nesta versão atual de Mac OS X ? Também não é assim… Existem diferenças entre os dois “felinos”, que vão muito além das manchas e das cores da pele. Internamente, o sistema ficou muito mais rápido, e isso significa uma melhora na performance do MAC como um todo. Com as entranhas modificadas, os desenvolvedores de software vão poder otimizar seus aplicativos, que rodarão muito melhor no Snow Leopard. Por isso, se você tem um Mac/Intel, não há motivos para não “se jogar” no 10.6; vá em frente e seja muito feliz!

AS PRIMEIRAS IMPRESSÕES

É claro que a Apple não trouxe algumas novidades bem legais para o Snow Leopard. E na instalação do novo sistema, já se observam as primeiras mudanças.

Logo de cara, ao clicar duas vezes no ícone do instalador, não somos convidados a reiniciar o Mac para começar o processo. Agora, boa parte do tempo necessário é feita sem iniciar o computador pelo drive óptico. Isso significa muito mais velocidade e performance na instalação, o que levou a Apple a afirmar que o processo seria 45% mais rápido. Usando a versão enviada para os desenvolvedores, notou-se que realmente foi mais rápido: do início ao fim, foram necessários 30 minutos para ter o Snow Leopard rodando. Com o Leopard, o tempo gasto foi de 50 minutos. Nada mal.

Outra modificação é a possibilidade de evitar a instalação do ambiente Rosetta, criado para dar compatibilidade a programas não nativos para os processadores Intel. Ficamos fortemente tentados a deixar a opção desmarcada, afinal, o Snow Leopard só pode ser usado nos Macs mais novos, mas essa não é a melhor saída se você depende muito dos aplicativos da suíte Office 2008, da Microsoft. Apesar de ser Binário Universal, isto é, rodar nativamente nos Macs Intel, não instalar o ambiente Rosetta significa não conseguir utilizar os aplicativos do pacote ou mesmo tentar abrir um arquivo .DOC, por exemplo, usando outros programas, como o Nisus (no Editor de Texto, o arquivo abre). Se você tiver deixado o Rosetta de fora, será obrigado a fazer a instalação posteriormente (via Atualização de Software). Ou então, mudar de formato de arquivo.

Quando entramos pela primeira vez no Snow Leopard, temos uma grata surpresa: mais espaço em disco. Não, seu HD não aumentou de tamanho, na verdade, a Apple resolveu trocar o método de contagem dos bytes, deixando de lado o sistema de base dois pelo de base dez. Isso quer dizer que agora 1 GB tem 1 milhão de bytes, e não mais 1.024.000. Além disso, o sistema está 7 GB menor. Isso significa uma economia de até 25 GB disponíveis

VAI UMA ROSETTA AÍ, DOUTOR?!

O Snow Leopard só pode ser instalado em Macs Intel. Então, é possível ficar sem o ambiente Rosetta? Se você usa o Office, não.

O visual geral do Finder no Snow Leopard é muito parecido com o da sua versão anterior, mas é apenas uma impressão. O Finder, mais antigo aplicativo do Mac OS ainda em atividade, foi reescrito para rodar mais eficientemente no Snow Leopard. E ganhou algumas mudanças cosméticas. Agora, no modo de visualização por ícones, você pode ver os ícones do conteúdo de pastas no tamanho máximo, 512 pixels, usando um pequeno controle deslizante na janela. Ver um PDF ou um texto com o ícone gigantesco dá outro significado a este modo de visualização.

Além disso, há efeitos para praticamente todas as ações, como mover, copiar e até ejetar um disco externo, graças ao Core Animation, que se espalhou pelas entranhas do sistema quase que completamente. Outra funcionalidade bacana, principalmente para quem adora o modo de visualização por colunas (e quem não gosta?), é a de ordenar as pastas e arquivos, igualzinho no modo por lista ou por ícones. E, finalmente, quando um disco não pode ser ejetado porque “algum aplicativo” o está usando, a janela de erro mostra quem é o culpado pelo problema. Demorou, mas finalmente acabou a adivinhação para saber quem estava atrapalhando tudo.

Outra coisa que se pode notar é como os aplicativos nativos do sistema ficaram mais rápidos. O sistema de indexação de arquivos do Spotlight, por exemplo, está cerca de 25% mais rápido. Abrir mensagens em HTML no Mail, por exemplo, também melhorou bastante. No geral, todos os programas originais estão mais rápidos para abrir e realizar ações. Depois de um tempo de uso, porém, você acaba se acostumando.

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EIS QUE SURGE O NOVO ‘DOCK’ EM SEU MACINTOSH…

Dos aplicativos tradicionais do Mac OS X, o DOCK foi o que ganhou uma boa renovada no visual. Agora, todos os menus contextuais tem o mesmo visual transparente das Pilhas, que agora possui barra de rolagem e também navegação por dentro de pastas, além de ser possível usar o teclado para ir mais rápido até aquele arquivo ou aplicativo que fica escondido no final da lista4

O Dock também passou por uma recauchutada, ganhando um menu contextual mais bonito e inteligente. Nas Pilhas, por exemplo, é possível navegar por pastas e usar o teclado para digitar o nome de arquivos ou aplicativos, igual no Finder. Além disso, o Dock Exposé é uma mão na roda para quem gosta de ter vários programas com muitas janelas ao mesmo tempo. Isso porque agora, os aplicativos que estão rodando ficam destacados no Dock, mesmo aqueles que têm janelas escondidas. Até mesmo o Exposé foi repaginado, ficando muito mais organizado na tela, em vez daquele monte de janelas de tamanhos diferentes espalhados por todo o monitor.

Boas mudanças, mas nada muito radical. Onde a coisa toda muda de figura é quando olhamos dentro do Snow Leopard.

OLHA O 64 BITS AÍ, GEEEENTE!

Os usuários mais antigos se lembram de que no milênio passado houve a transição de 16 para 32 bits. Causou um certo rancor e ranger de dentes, mas passou. A transição de 32 para 64 bits é similar. Simplificando, refere-se a dois recursos da CPU: a representação de dados numéricos e a capacidade de endereçamento de memória. O primeiro recurso é bem transparente: tratar números de 64 (ou até mais) bits sempre foi possível ao programador, mesmo se a CPU não pudesse fazê-lo diretamente. Uma CPU de 64 bits só tem maior velocidade para isso.

A capacidade de endereçamento é importante. Aplicativos rodam dentro de um “espaço de memória virtual”, que em 32 bits é limitado a 4 GB. Quem trata de arquivos maiores – um exemplo seria o Photoshop – tem que fazer isso por partes, e ficar lendo e gravando partes no HD. Em contraste, um processo de 64 bits consegue endereçar, em tese, 16 exabytes – duas a três vezes o volume total de dados que trafegou pela internet em dezembro de 2008. Na prática, os limites do hardware são muito menores; o maior Mac no mercado, hoje, suporta “apenas” 32 GB de RAM instalados.

As CPUs modernas da Intel, internamente, funcionam em dois modos: 32 e 64 bits. O modo 32 é compatível com as CPUs antigas, remontando ao chip 80386 de 1985; o modo 64 tem recursos muito mais extensos, além de dobrar a largura de dados e endereços. Um processo executável no Mac OS X tem que se restringir a um desses modos; em outras palavras, um aplicativo de 64 bits só pode usar frameworks e plug-ins de 64 bits.

O Mac OS X vem se aproximando da 64-bititude gradualmente. O 10.4 já permitia rodar processos de 64 bits sem interface gráfica. O 10.5 tinha pleno suporte a aplicativos gráficos de 64 bits, mas o padrão era 32, e pouquíssimos aplicativos foram atualizados. Já no 10.6 o padrão é 64 bits; quase todos os aplicativos da Apple usam este modo.

Por que isso é importante para o usuário? No 10.5 todos os frameworks do sistema eram, internamente, quadruplicados, com código executável de 32 e 64 bits, PowerPC e Intel. Caindo o suporte para PowerPC, o espaço ocupado é reduzido para a metade. No 10.5, o sistema-base rodava em 32 bits; os frameworks deste modo já estavam carregados na memória (virtual) quando entrava um aplicativo de 32 bits, minimizando assim o tempo do ícone pular no Dock. Quando o usuário entrava em um (raro) aplicativo de 64 bits pela primeira vez, todos os frameworks de 64 bits entravam também, ocasionando um retardo sensível, e dobrando o espaço em HD usado pela memória virtual. No Snow Leopard, a situação é inversa: agora o primeiro aplicativo de 32 bits é penalizado. Quando a transição para 64 bits for completa, isso será mais perceptível.

Em si, há diferença de velocidade entre as versões 32 e 64 bits do mesmo aplicativo? Não necessariamente. Se o aplicativo usar muitos dados de 64 bits, fica mais rápido, claro; por outro lado, isso dobra o tamanho dos dados lidos e gravados em HD (incluindo a memória virtual), o que é mais lento. Mesmo que o aplicativo possa usar arquivos maiores que 4 GB com facilidade, isto pode ser contraproducente se não houver bastante RAM instalada.

Quem mais sofreu com a transição do 10.5 para o 10.6 foram os plug-ins de terceiros. Eles não são incompatíveis, mas é preciso abrir uma versão 32 bits do Preferências do Sistema. Ainda bem que os desenvolvedores já começaram a atualizar seus programas.

Uma vantagem do modo 64 bits só é diretamente visível aos desenvolvedores. A Apple aproveitou a mudança para modernizar diversas APIs do sistema, incluindo a própria estrutura interna do Objective-C (e, consequentemente, do Cocoa). Para o usuário, esta modernização traz uma pequena melhoria de desempenho e maior confiabilidade. De quebra, a modernização trouxe maior proteção contra erros de programação ou ataques de vírus.

Uma questão que não vem sendo bem entendida é a do suporte deste ou daquele Mac ao modo 64 bits. Genericamente, os primeiros Macs Intel – com CPU Core Solo ou Core Duo – não têm o suporte a 64 bits, mas podem rodar o Snow Leopard integralmente no modo 32 bits. Todos os modelos subsequentes, com Core 2 Duo ou os Xeons usados nos servidores e Mac Pros, têm suporte de 64 bits. Com um porém.

Este porém se refere ao “kernel” do Mac OS X: a parte do sistema que coordena os diversos processos. Antes do 10.6, o kernel rodava em modo 32 bits. Se a CPU tem suporte a 64 bits, no 10.6, o kernel pode ser de 32 ou 64 bits, e os aplicativos podem rodar em 32 ou 64 bits; as duas condições são independentes. Ou seja, todos os Macs recentes rodam aplicativos em 64 bits.
Por que, então, vemos afirmativas que a Apple está prejudicando a maioria dos usuários, restringindo-os a 32 bits mesmo no Snow Leopard? Isto se refere apenas ao kernel. O fato do kernel rodar em 32 bits, na prática, faz pouquíssima diferença, e não restringe os aplicativos. Para rodar o kernel em 64 bits, o firmware daquele Mac tem que estar preparado para isso; nada impede que a Apple atualize o firmware dos modelos hoje restritos.

A vantagem de rodar o kernel em 64 bits é sutil. Primeiro, permite a instalação de mais de 32 GB de RAM – mas nenhum modelo, hoje, tem suporte de hardware para isso. Segundo, alguns procedimentos internos ficam um pouco mais rápidos, desde que a RAM instalada seja razoavelmente grande.

Mas o kernel 64 tem, também, desvantagens. A principal é que ele também usa plug-ins conhecidos por kexts (“kernel extensions”), e todos estes devem ser convertidos para 64 bits. Isso afeta não somente o suporte a certos periféricos, como também softwares como o Parallels e VMware Fusion, que instalam seus próprios kexts. Sem dúvida a situação será resolvida nos próximos meses, mas por enquanto o kernel de 32 bits é mais compatível.

De acordo com uma estimativa da Apple, 90% dos arquivos-fonte do Snow Leopard foram afetados pelas mudanças, o que certamente é um recorde. Mesmo descontando, digamos, 15 ou 20% em aplicativos, 70% das mudanças são nos “frameworks” do sistema. Por que isso tudo? A culpa é do Grand Central Dispatch (GCD), principalmente.

Em torno de 1995, havia um clone de Mac – um Genesis MP 528 que tinha 4 CPUs PowerPC. Na época, a Apple não tinha sistemas com mais de uma CPU, nem o System 7.5 tinha suporte embutido para isso. Assim, o único aplicativo que conseguia usar as 4 CPUs era o Photoshop – e mesmo assim só nos filtros. Era frustrante ter 4 CPUs e usar apenas uma!

O Mac OS X, felizmente, se adapta a qualquer número de CPUs ou cores, distribuindo-os entre aplicativos. Mesmo assim, o programador que quisesse usar mais de um core em um mesmo aplicativo deveria tomar providências complexas: dividir seu programa em “threads” de execução, e distribuir dados entre estes. Não era fácil escrever um software que rodava confortavelmente em um Core Solo, de apenas um core, e em um Mac Pro de 16 cores virtuais. E se depois o usuário resolvesse rodar vários aplicativos assim ao mesmo tempo?

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EXPOSÉ BEM ORGANIZADO É TUDO DE BOM!

Quem usa sabe como é bom. E agora ficou ainda melhor, com as janelas mais organizadas e mostrando as que estavam escondidas, na parte de baixo

O Grand Central Dispatch mudou isso tudo. Ele permite, em um nível muito básico do sistema, designar pequenos blocos de código que podem ser executados em paralelo se houver hardware disponível para tal. O sistema enfileira esses pedidos de execução e os distribui, automaticamente, entre os diversos cores disponíveis e ociosos, evitando, inclusive, a competição excessiva entre aplicativos. Ainda melhor, esses blocos do GCD são vistos como objetos pelo Cocoa, o que facilita muito sua adoção.

Como o GCD está disponível para qualquer processo, mesmo os do próprio sistema, a Apple resolveu recodificar os 70% dos frameworks que mencionamos para aproveitar esse recurso. Assim, mesmo que um aplicativo não use o GCD explicitamente, as funções do sistema podem fazê-lo. Em contraste à situação com meu velho Genesis, qualquer aplicativo, ao ser instalado num sistema futuro com 16, 32 ou mais núcleos, pode rodar mais rapidamente, sem muito esforço adicional do programador.

Claro que essa situação melhora ainda mais se o próprio aplicativo usa esses recursos. O OpenCL no 10.6 é um framework similar, embora mais especializado: os blocos de código são escritos em linguagem C simplificada, e tem recursos especiais para processar dados similares em paralelo. Outra distinção é que esses blocos podem ser distribuídos indiferentemente para os cores das CPUs ou para as GPUs da placa de vídeo. Portanto, o OpenCL é mais dirigido ao processamento de áudio, vídeo, ou maiores massas de dados; por exemplo, vi uma simulação de centenas de milhares de objetos do sistema solar que, em um Mac Pro topo de linha, pode ser acelerada em mais de cem vezes pelo uso do OpenCL.

Na prática tudo isso significa que o Snow Leopard tem acelerações razoáveis em diversos pontos. Por exemplo, abrir várias imagens ao mesmo tempo no Preview é significativamente mais rápido; rodar um vídeo HD consome menos tempo de CPU; e assim por diante.

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MAPA DE TECLADO PRA BRASILEIRO VER (Bye-bye, US-International!)

Essa novidade do Snow Leopard é para os meus amigos “ex-pecezistas” que nunca se adaptaram ao teclado “padrão mac” e tinham por força de hábito acentuar como de costume em teclado usual de PC.

Pois como no Brasil, a Apple não vende uma versão ABNT2 dos seus teclados (aquele com a tecla [Ç]). Durante anos, foi necessário instalar o layout de teclado US International, criado por Rainer Brockerhoff (disponível no link – http://brockerhoff.net/usi/index.html). No Snow Leopard, isso não é mais necessário, já que o layout foi incorporado ao sistema, ganhando o sobrenome “PC”.

O QUE VEM POR AÍ? QUAL O FUTURO “FELINO”…

Certamente não será uma variedade de Leopardo. Mas o palpite é que não teremos um novo bichano antes de 2012 (será que o mundo vai acabar até lá?!). Provavelmente não haverá mais suporte ao modo 32 bits. Possivelmente reduzirá ainda mais o espaço em disco. Os executáveis serão compilados diretamente para o bytecode LLVM e traduzidos “just-in-time”, permitindo à Apple mudar de CPU quando quiser. E, claro, o GCD permitirá rodar tudo ainda melhor em Macs com 32 ou mais cores.

Mas isso é assunto para mais tarde. Agora, é hora de aproveitar o Snow Leopard.

O FELINO MAIS RÁPIDO DA CATEGORIA

Como não precisa mais reiniciar o Mac logo de cara, o processo de instalação do Snow Leopard chega a ser 30% mais rápido do que o das versões anteriores. Tudo bem que a Apple prometeu que seria 45% mais veloz, mas já melhorou bastante, ainda mais quando comparado com a concorrência

40-snowleopard-17QuickTime remodelado

Muito além de ser um aplicativo, a tecnologia multímidia QuickTime foi completamente redesenhada no Snow Leopard. Para o usuário, porém, a parte visível dessa mudança ficou apenas no novo visual do QT Player. Ele perdeu as abas cinzas nas janelas e também os controles de reprodução, adiantar e retroceder, ficando parecido com o Visualização Rápida. A parte chata é que todos os controles ficam flutando sobre o vídeo (eles podem ser movidos, porém, apenas dentro da janela do QuickTime), impedindo a visualização da cena. É claro que eles somem rapidamente, mas aparecem cada pausa e recomeço, isso acaba atrapalhando. Para quem preferir (ou precisar), é possível trazer de volta o velho QuickTime 7, que pode ser instalado separadamente, junto com a nova versão do Mac OS X.

Edição de vídeo
Além de mais bonito, agora é possível cortar vídeo com o QuickTime X. E de graça! Acabou a era da versão Pro, que custava US$ 30 e só podia ser comprada na Apple Store Online. A opção de gravar áudio e vídeo da tela agradou quem gosta de fazer videopodcasts.

O VELHO PROBLEMA DE COMPATIBILIDADE

Alguns dias antes do Snow Leopard finalmente ser comercializado, começou a corrida dos desenvolvedores para atualizar seus aplicativos para o novo Mac OS X. Apesar da maioria dos programas funcionarem sem problemas, alguns softwares que usam muitos recursos do sistema não conseguiram ficar prontos a tempo. Por conta disso, alguns usuários resolveram criar uma lista de compatibilidade de software, que está disponível aqui.

A Apple também divulgou sua lista de aplicativos problemáticos em seu site oficial. O destaque fica para versões antigas dos programas virtualizadores, que apresentam problemas no 10.6, como Parallels e VMWare. Mesmo as versões mais atuais também são instáveis. Os desenvolvedores já prometeram lançar atualizações para breve.

Uma Keynote de tirar o fôlego! Novidades da WWDC’09.

•27 / Outubro / 2009 • Deixe um comentário

Muitos choraram quando a Apple anunciou sua saída da Macworld. Não era para menos, já que o evento é a maior referência para os usuários de Mac em geral. Era o momento em que a Apple mostrava as novidades para seus fiéis seguidores e quando a empresa disse que não iria mais participar da feira, muitos pensaram que estava tudo acabado. Com o lançamento do iPhone, no entanto, as coisas mudaram, e agora é a WWDC que tem toda a atenção e se transformou no superevento da Apple. E não estamos falando somente da presença maciça dos desenvolvedores, mas também dos consumidores, sempre atentos aos lançamentos da empresa.

Steve Jobs não estava lá, mas mesmo assim a Apple conseguiu surpreender tanto em relação a hardware como a software (no caso do iPhone OS, já era esperado). Na verdade, com a entrada do iPhone no palco – é a segunda WWDC com destaque para a plataforma –, houve uma mudança no perfil dos participantes. De um lado, encontrávamos os seres mais “nerds” do mundo. Do outro, os mais malucos de que se tem notícia. Provavelmente, os primeiros eram os desenvolvedores de Mac OS X e os outros, de iPhone. Essa mistura está fazendo a Apple mudar um pouco a programação e a maneira de expor as novidades.

O que é ótimo.

Desenvolvedores Apple: uni-vos!

A WWDC é realmente a Meca dos desenvolvedores. É o grande momento para estreitar as relações com a Apple e se inteirar das últimas novidades do Mac OS X e do iPhone OS em primeira mão, inclusive de coisas que serão lançadas futuramente (que não podemos falar a respeito, pois assinamos um contrato de sigilo de informações).

Além da famosa keynote, palestra central do congresso, a programação conta com sessões técnicas, laboratórios, eventos especiais e, é claro, sessões de troca de ideias com desenvolvedores de todas as partes do mundo. Dentre os milhares de participantes, chegamos a encontrar uma turma de oito desenvolvedores brasileiros – a maioria focada no iPhone.

Outro destaque da programação são os Hands-On Labs. Nesses laboratórios, o desenvolvedor leva um aplicativo que esteja com problemas para que os principais engenheiros da Apple deem uma olhada e tirem possíveis dúvidas. Um deles teve a presença do criador do recurso de cortar e colar do iPhone OS, por exemplo. Ou seja, um profissional com nível altíssimo de conhecimento das tecnologias da Apple estava ali, à disposição de qualquer mortal (que estivesse inscrito, é claro).

No caso da Fingertips, estávamos enfrentando dificuldades para obter da Apple a aprovação para um determinado aplicativo. Tivemos a oportunidade de contar nosso problema para um dos engenheiros, que nos explicou detalhadamente o que era necessário para aprová-lo. Só isso já valeu a viagem para São Francisco.

Keynote de tirar o fôlego

No final das contas, a Apple acertou a mão nos lançamentos de hardware e software da WWDC deste ano, além de ter apresentado uma das melhores keynotes dos últimos tempos.

Em janeiro, a expectativa para a Macworld era enorme, mas só foram revelados o MacBook Pro de 17 polegadas e o iLife ‘09. Já a WWDC 2008, foi 100% iPhone e só. Este ano, a Apple cobriu toda a sua linha de produtos com a atualização dos MacBook Pro, do Snow Leopard, do iPhone 3GS e do seu iPhone OS 3.0.

A ausência de Steve Jobs foi sentida pelo público applemaníaco, é claro. Mas foi parcialmente aplacada pela torrente de novidades.

MacBook 13 polegadas – só para profissionais

•27 / Outubro / 2009 • Deixe um comentário

WWDC – 2009

Pode comemorar: toda a linha Pro passou por atualização de especificações e teve preço reduzido. A primeira novidade foi o MacBook de 13 polegadas, que passou a ser Pro, o que dá margem para a Apple lançar outros modelos para o usuário doméstico. O mais novo membro Pro tem o design monobloco (“unibody”) dos outros modelos da série e vem com as seguintes especificações:

• processador Intel Core 2 Duo de 2,26 GHz ou 2,53 GHz

• 2 GB ou 4 GB de memória RAM, expansível para 8 GB

• HD de 160 ou 250 GB, com opção de 320 ou 500 GB ou ainda um SSD (drive de memória Solid-State) de 128 ou 256 GB

• placa de vídeo NVIDIA GeForce 9400M com 256 MB (compartilhada)

Outra novidade é que agora toda a linha MacBook Pro passa a ter a mesma bateria já presente no MacBook Pro de 17, cujo desempenho chega a mais de sete horas em modo econômico, ou seja, com baixo processamento (só para acessar internet, escrever texto e escutar música) e tela com brilho médio. Mesmo no modo de alto desempenho, seu fôlego é ótimo: dura mais de 5 horas, em geral.

Agradou muito a troca do slot ExpressCard pelo drive de cartão SD (o modelo de 17 polegadas permanece com o ExpressCard) e a inclusão da porta Firewire 800 em todos os modelos. Outra coisa legal é que toda a linha passa a ter display full HD (confira a tabela ao lado com as especificações de todos os modelos). O comentário geral era que a Apple deu uma incrementada nos portáteis para abrir espaço na parte de baixo para a entrada de um substituto para o MacBook branquinho. Especula-se bastante sobre um possível MacBook Air de 11 polegadas ou uma Tablet Mac rodando o iPhone OS e contando com todos os acessórios já lançados para o iPhone. É esperar para ver…

Novas configurações dos MacBooks Pro

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MacBook Pro 13”

; Processador 2.26 GHz Intel Core 2 Duo

2.53 GHz Intel Core 2 Duo

; Barramento 1066 MHz

; Cache L2 3 MB (compartilhada)

; Memória 2 GB ou 4 GB (expansível até 8 GB)

; Disco rígido 160 GB ou 250 GB

; Drive óptico SuperDrive 8x

; Vídeo tela de 13,3”, placa gráfica NVIDIA GeForce 9400M com 256 MB (compartilhada); câmara iSight; saída Mini DisplayPort

; Rede e expansão Gigabit Ethernet; Airport Extreme 802.11n (draft); Bluetooth 2.1+EDR; duas portas USB 2.0; porta Firewire 800; cartão SD

MacBook Pro 15”

; Processador 2.53 GHz, 2.66 GHz ou 2.8 GHz Intel Core 2 Duo

; Barramento 1066 MHz

; Cache L2 3 MB ou 6 MB (compartilhada)

; Memória 4 GB (expansível até 8 GB)

; Disco rígido 250 GB, 320 GB ou 500 GB

; Drive óptico SuperDrive 8x

; Vídeo tela de 15,4” (resolução 1440×900); placa gráfica NVIDIA GeForce 9400M com 256 MB (compartilhada) ou GeForce 9600M com 256 MB ou 512 MB de memória GDDR3; câmara iSight; saída Mini DisplayPort

; Rede e expansão Gigabit Ethernet; Airport Extreme 802.11n (draft); Bluetooth 2.1+EDR; duas portas USB 2.0; porta Firewire 800; cartão SD

MacBook Pro 17”

; Processador 2.8 GHz Intel Core 2 Duo

; Barramento 1066 MHz

; Cache L2 6 MB (compartilhada)

; Memória 4 GB (expansível até 8 GB)

; Disco rígido 500 GB

; Drive óptico SuperDrive 8x

; Vídeo tela de 17” (resolução 1920×1200); placa gráfica NVIDIA GeForce 9400M com 256 MB (compartilhada) ou GeForce 9600M com 512 MB de memória GDDR3; câmara iSight; saída Mini DisplayPort

; Rede e expansão Gigabit Ethernet; Airport Extreme 802.11n (draft); Bluetooth 2.1+EDR; duas portas USB 2.0; porta Firewire 800; cartão SD

Clang: a arma secreta?

A keynote da conferência mundial de desenvolvedores Apple WWDC 2009 apresentou poucas novidades sobre o Mac OS X 10.6 Snow Leopard. Exceto um ou outro retoque cosmético ou funcional, o dado mais importante para o usuário foi o anúncio do preço: US$ 29 para quem já tem o 10.5 Leopard. Ou seja, de graça, já que o valor deve ter sido cuidadosamente calculado apenas para cobrir os custos de distribuição e suporte. O preço normal de uma versão nova do Mac OS X é US$ 129, o que inclui (como a companhia adora repetir) “centenas” de novidades. Aparentemente, há poucas diferenças entre 10.5 e 10.6. No entanto, Bertrand Serlet, vice-presidente de engenharia de software da Apple, afirmou que “90% da infraestrutura” do OS foi refeita.

E não há motivos para duvidarmos. Em praticamente todas as versões anteriores, a Apple melhorou justamente isso; na verdade, este é o grande trunfo da velha estrutura de camadas: é possível melhorar uma sem perturbar as outras. E é assim que o Mac OS X vem progressivamente ficando mais rápido. No entanto, 90% é exagero. Embora seja a primeira vez que um número assim é mencionado, não creio que alguma versão anterior tenha passado dos 25%.

Quatro tecnologias novas estão na base dessa revolução oculta: Grand Central Dispatch, OpenCL, blocos, e Clang/LLVM. Todas são produto da limitação da tecnologia de silício usada nas CPUs modernas: 3 GHz é a velocidade máxima possível na prática. Para contornar isso, todos os Macs atuais têm ao menos duas CPUs, enquanto o Mac Pro topo de linha tem 8 (ou 16, do ponto de vista do software). No passado, o grande desafio foi escrever software para aproveitar mais de uma CPU. Por exemplo, há 14 anos – noutra WWDC –, comprei um Genesis MP528. Este clone de Mac tinha 4 CPUs PowerPC 604 rodando a 132 MHz. Por anos, apenas o Photoshop e um ou dois outros programas conseguiam aproveitar as 3 CPUs extras, e mesmo assim, somente para processamento de imagens; o System 7.5 da época e seus sucessores “clássicos” não ofereciam este recurso aos programadores.

Felizmente, o Mac OS X, desde o início, dava suporte a CPUs múltiplas, algo que foi ampliado a cada versão. Até no 10.4 o programador tinha de se valer de “threads”, ou seja, subtarefas que podiam rodar simultaneamente. Mas montar threads e compartilhar dados entre elas era complexo, sujeito a erros e relativamente custoso. Já no 10.5, o Cocoa passou a ter objetos (NSOperation) que podiam encapsular operações entregues ao sistema para execução simultânea, um recurso que ainda era limitado a certos casos.

No Snow Leopard, o Grand Central Dispatch foi implementado em uma das camadas mais básicas do sistema. Pequenas tarefas – convenientemente escritas como um novo recurso da linguagem C chamado “blocos” – podem ser enfileiradas para execução, e o sistema se encarrega de alocar recursos como threads, CPUs e assim por diante. Como são tão simples de escrever e enfileirar, e disponíveis em praticamente qualquer contexto (não apenas em aplicativos Cocoa, como eram os NSOperations), a Apple investiu pesado em reescrever sua infraestrutura usando esse recurso. Essa ênfase no paralelismo, aliás, explica por que o Snow Leopard não vai ter versão para PowerPC: menos de 1% da base instalada PowerPC tem mais de uma CPU.

O OpenCL é um recurso de paralelismo bem mais especializado. Voltado ao processamento especializado de imagens e conjuntos de dados similares, permite definir pequenas tarefas que podem ser executadas paralelamente por “unidades de execução”: um termo que se refere tanto a CPUs como aos recursos computacionais das GPUs das modernas placas de vídeo. Assim, programas que processam imagens terão grande ganho de velocidade sem ter de se preocupar com a existência ou modelo dessas unidades; pelas demonstrações que vimos, pode-se conseguir aceleração de centenas de vezes.

Para ter esse suporte no baixo nível do sistema, a Apple teve de adicionar recursos à linguagem C (e, portanto, ao Objective-C) e, sem dúvida, deverá introduzir mais inovações no futuro. Foi complicado fazer isso no compilador gcc, um software antigo e complicado demais para acomodar novas modas. Assim, há algum tempo a Apple está liderando um projeto open source de um novo compilador, o Clang, e um novo gerador de código, o LLVM.

A dobradinha Clang/LLVM é a grande arma secreta da Apple para os próximos anos. Sua estrutura mais moderna e expansível pode ser mais integrada ao Xcode e tem recursos que aumentam muito a produtividade do programador. Por exemplo, a versão atual tem um “analisador estático”, que aponta muitos erros comuns de programação. Por sua vez, o LLVM, que gera o código executável a partir de um código intermediário produzido pelo Clang, em longo prazo, vai permitir mais otimizações que o gcc.

Outra vantagem do LLVM é que, em tese, esse código intermediário poderia ser armazenado diretamente dentro dos aplicativos e só traduzido para linguagem de máquina na hora da execução. Assim, não haveria mais necessidade dos “fat binaries” e a Apple poderia introduzir novas variedades de CPU em produtos futuros sem que o programador precisasse saber de detalhes.

Steve Jobs teve que fazer um transplante de fígado.

•4 / Julho / 2009 • Deixe um comentário

O C.E.O. da Apple Inc. recebeu um transplante de fígado há cerca de dois meses atrás, conforme noticiou o Wall Street Journal. De acordo com a nota ele se recupera bem e deve retornar ao trabalho no final do mês de junho, como já estava anunciado, desde o começo deste ano. Inicialmente, ele deve cumprir meio expediente, apesar da recuperação desta cirurgia ser relativamente rápida.

O transplante de fígado foi necessário porque houve metástase do câncer no pâncreas que afligiu Steve Jobs anteriormente. Apesar de ter sido removido com sucesso, este tipo de tumor freqüentemente retorna a outros órgãos, e justamente no fígado. A operação foi realizada no estado americano de Tennesse, onde, aparentemente, a lista de espera é menor do que em outros estados dos EUA.

MISTER JOBS “FUROU A FILA” ??! Eis a questão…

É isso que os americanos perguntam; se o rico e famoso JOBS furou a fila para receber o órgão.

O hospital da Universidade de Memphis no Tennessee confirmou o transplante e explicou também que ele era o paciente mais grave da lista de espera no momento em que o órgão do doador ficou disponível.

Tal “declaração oficial” é uma tentativa de resposta à pergunta que toda a mídia americana está fazendo nos EUA. Steve Jobs teria furado a fila? Teria pago pelo fígado transplantado?

Jobs mora na Califórnia e mudou-se para o Tennessee, cuja fila de espera é de apenas 48 dias, contra 306 dias na média nacional.

Toda essa repercussão se deve ao fato de que Steve Jobs é considerado um gênio da informática, pois revolucionou o mercado, unindo design e tecnologia, convenceu gravadoras a criar o mercado legal de venda de músicas, além de lançar o Macintosh, iPod e iPhone, as grandes de referências dos produtos Apple.

Só que neste meio tempo a APPLE não deu declarações sobre o estado de saúde de Steve Jobs. Tem sido assim desde o início de sua doença, há cinco anos, quando ele começou o tratamento contra o câncer no pâncreas. Essa falta de comunicação e notícias gerou uma onda boatos e desconfianças …

Isso tudo porque JOBS é mais do que um executivo; é uma estrela do mundo dos negócios. É ele quem apresenta os lançamentos da Apple (keynotes) em apresentações sensacionais, sempre ansiosamente aguardadas pelos fãs de Macintosh.

Em suas últimas aparições, ele estava muito magro e abatido, o que chamou muito a atenção de todos (veja nas fotos abaixo como isso impressiona!!). Os médicos dizem que o câncer do pâncreas pode ter se espalhado para o fígado, por isso obrigando o transplante.

JOBS - Antes e depois …

A terrível evolução do câncer de pâncreas em Steve Jobs.

O hospital onde Jobs fez o transplante relata que ele se recupera bem, com um excelente e auspicioso prognóstico para a sua saúde.

Steve Jobs está prestes a retornar de sua licença médica conforme planejado, quando anunciou o seu afastamento em janeiro, afirmando que sua licença médica era válida até o final de junho deste ano, estabelecendo seu retorno agora para julho.

A Apple relatou repetidas vezes que ele permaneceu envolvido em decisões estratégicas e que retornará conforme planejado.

Alguns analistas e investidores temiam que Jobs, sobrevivente de um câncer pancreático, pudesse não retornar caso seu quadro clínico não melhorasse.

Então, tomara que agora o “grande mestre” retorne logo ao trabalho e comece a trazer todo seu brilho de volta a APPLE! E que novos e sensacionais equipamentos geniais sejam lançados novamente como nos velhos tempos!!

;0)

Fontes: Mac+ e G1

Na gangorra do DÓLAR; o sobe-desce do preços dos equipamentos da APPLE no Brasil!

•14 / Junho / 2009 • Deixe um comentário

Como era previsto, o DÓLAR voltaria a despencar de novo, assim como vinha acontecendo antes da “crise financeira mundial” se aprofundar e alastrar-se pelo mundo todo… e da mesma forma como já era previsto também, os preços dos Macintoshes (computadores, iPods, iPhones e acessórios) também seguiriam a trilha desta “montanha-russa”.

A tabela da APPLE no Brasil “deu a louca” e chegou a disparar em cerca de 80% de aumento em seus Mac’s! Tudo voltou a ficar muito caro, salgado… mas felizmente agora pode-se respirar mais tranquilamente. Para o deleite de todos “macmaníacos” os preços estão num nível mais tolerável, agora. E o melhor: tem margem pra cair ainda mais!

Equipamentos portáteis da APPLE que saíram de linha recentemente nos Estados Unidos passarão a ser vendidos com desconto aqui no Brasil, que também ganhará uma nova versão do iMac, menos poderoso e mais barato que o computador da linha tradicional da Apple. O novo iMac ‘de entrada’ (entry level) vai custar R$ 3.499.

Este iMac para estudantes, que é mais barato, chega na próxima semana às nossas lojas daqui. A versão 20 polegadas terá processador Intel Core 2 Duo de 2 GHz, 1 GB de RAM e 160 GB de disco rígido. Já o modelo tradicional, mais caro, tem o dobro de memória RAM e espaço de armazenamento, além de processador de 2.66 GHz.

Reduzirá também o preço dos MacBook de 13 polegadas. É o único modelo da linha MacBook tradicional, agora quase toda atualizada com carcaças de alumínio – e cujo nome agora também é MacBook Pro. O notebook com processador de 2 GHz, 2 GB de RAM e HD de 120 GB, que não é mais vendido nos Estados Unidos, sairá por R$ 3.299. A versão mais atual, com processador de 2.13 GHz e HD de 160 GB, também será vendida no Brasil, por R$ 3.499.

O maior desconto ficará para a versão de alumínio do MacBook de 13.3 polegadas, substituída nos EUA pelo novo MacBook Pro de 13 polegadas. O notebook, que custava R$ 5.499, será vendido a R$ 4.599.

Mas não foram só os Macs que cairam de preço. Alguns modelos de iPods também tiveram seus valores reduzidos (se bem que alguns não foram afetados pela queda do dólar).

Antes de ficaram todos emocionados, um aviso: os novos preços são apenas para os modelos atualmente vendidos no Brasil. Os novos MacBooks que foram anunciados na WWDC deverão chegar com outros preços, ainda não informados. Os valores anunciados já começarão a ser praticados imediatamente pelas revendas autorizadas Apple.

Veja a nova tabela:

imac iMacs

Modelo

Preço

Core 2 Duo 2,66 GHz, 20 polegadas

R$ 5 mil (era R$ 6 mil)

Core 2 Duo 2,66 GHz, 24 polegadas

R$ 6.400 (era R$ 7.500)

Core 2 Duo 2,93 GHz, 24 polegadas

R$ 7.600 (era R$ 8.900)

Core 2 Duo 3,06 GHz, 24 polegadas

R$ 9 mil (era 10.700)

Macs mini

Modelo

Preço

Core 2 Duo, 2,0 GHz, 1 GB de RAM, 120 GB de HD

R$ 2.400 (era R$ 2.650)

Intel Core 2 Duo, 2,0 GHz, 2 GB de RAM, 320 GB HD

R$ 3.100 (era R$ 3.500)

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Macs Pro

Especificações

Preço

Quad-core Xeon 2,66 GHz, 3GB de RAM

R$ 9.800 (era R$ 10.100)

Oct (Dois processadores Xeon quad-core 2,66 GHz, 6 GB de RAM

R$ 12.600 (era R$ 12.600)

macbook

MacBooks

Especificações

Preço

MacBook 13 polegadas (plástico branco)

R$ 3.300 (era R$ 3.800)

MacBook 13 polegadas, Core 2 Duo 2,0 GHz (alumínio)

R$ 4.600 (era R$ 5.500)

MacBook 13 polegadas, Core 2 Duo 2,4 GB (alumínio)

R$ 5.600 (era R$ 6.700)

MacBook Pro 15 polegadas, Core 2 Duo 2,4GHz

R$ 7.300 (era R$ 8.900)

MacBook Pro 15 polegadas, Core 2 Duo 2,66 GHz

R$ 9.200 (era US$ 11 mil)

MacBook Pro 17 polegadas

R$ 10 mil (era R$ 13.500)

MacBook Air, Core 2 Duo 1,6 GHz

R$ 5.600 (era R$ 7.500)

MacBook Air, Core 2 Duo 1,86 GHz/128GB SSD)

R$ 6.600

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iPods

Modelo

Preço

iPod shuffle 1 GB (terceira geração)

R$ 200 (não mudou)

iPod shuffle 4 GB (quarta geração)

R$ 360 (era R$ 400)

iPod nano 8 GB

R$ 560 (era R$ 580)

iPod nano 16 GB

R$ 730 (era R$ 770)

iPod classic 120 GB

R$ 950 (não mudou)

iPod touch 8GB

R$ 950 (não mudou)

iPod touch 16GB

R$ 1.050 (era R$ 1.200)

iPod touch 32GB

R$ 1.350 (era R$ 1.600)

Fontes: Portal G1 / Mac+ / Nossa Vitrine

A Microsoft vem “zunindo” contra o IPod da Apple! Eles querem vender mais Zunes…

•15 / Maio / 2009 • Deixe um comentário

Essa MICRO$OFT, hein…… tsc, tsc, tsc! Será que ela quer ganhar mercado assim no grito, no desespero?! Parece que sim!

Depois de esforços muito mal sucedidos tentando lançar seu próprio tocador de músicas – mp3 player – a Microsoft dá mais uma cartada para tentar impulsionar as vendas do ZUNE (rival M$ contra iPods) e quem sabe “roubar” uma fatia do bolo atualmente dominado pela APPLE neste segmento. A turma do BILL GATES não se conforma …

Na tentativa de promover o seu ZUNE, a Microsoft vem promovendo anúncios que o “aparelho do concorrente” se torna muito mais caro à medida que o dono vai acumulando suas músicas. Neste comercial, um grande consultor financeiro famoso nos EUA, fala sobre o quanto custa encher um iPod com músicas. Levando-se em conta que as faixas comercializadas na loja do iTunes custam 1 dólar ou mais, um usuário comum gastaria até US$30mil, cerca de R$65mil, para preencher um iPod com maior capacidade de armazenamento: no caso, o Classic de 120GB.

A propaganda, porém, esquece de considerar o acervo musical pessoal do usuário, o que é um dado fun-da-men-tal!! A maioria das pessoas já possui uma certa quantidade de músicas em seu acervo pessoal antes de comprar qualquer MP3-player, sejam estas transportadas de seus CDs ou compartilhadas entre os amigos. Mas o pior é que a Microsoft parece não levar em conta que a maioria das pessoas (sejam usuários do iPod ou do próprio Zune) baixam músicas de diversos sites de torrents ou redes P2P SEM PAGAR NADA (!), mesmo sendo isto uma prática ilegal, pirataria. Talvez a empresa tenha omitido esse fator como tentativa de parecer politicamente correta, ou de inflacionar o número para torná-lo impressionante. O que você acha??????!!!!!

Como vantagem o ZUNE oferece uma cota de 10 faixas de músicas grátis, na contrapartida de uma assinatura mensal, a Zune Pass, de US$15 (cerca de R$31). A idéia até parece uma boa, porém não se acredita que o modelo de negócio empregado vá ser bem-sucedido. Em comparação à comercialização adotada pelas lojas, o site afirma que embora levasse 166 anos e 8 meses para que uma pessoa gastasse os 30 mil dólares com a Zune Pass (sem levar em conta a inflação), também seriam necessários 200 anos para que ela tivesse acesso, sem pagar nada mais por isso, à mesma quantidade de músicas que a loja iTunes hoje disponibiliza: cerca de 30 mil canções. Outra coisa que deve ser levada em conta são as canções, filmes e clipes de música que a própria iTunes Store oferece gratuitamente.

A mídia especializada não tem aprovado muito as ideias de campanhas publicitárias mais recentes da Microsoft… Há poucas semanas já vinha sendo perseguida pelos anúncios envolvendo clientes que decidiram comprar um PC quando descobriram que não eram “legais” o suficiente para ter um Mac ou quando perceberam que não tinham dinheiro suficiente para isso. Agora, os produtos da MICROSOFT são mais uma vez motivo de piada.

Agora fica a reflexão: Bill Gates está aposentado, mas será que está acompanhando isso tudo, será que está apreciando esta “brilhante estratégia” de enfrentar a APPLE assim deste jeito?!

É para se pensar…

MacDicas – Leiam o livro “A cabeça de Steve Jobs”.

•20 / Março / 2009 • Deixe um comentário

Hoje recomendo a todos que curtem computadores, informática, redes, sistemas e tecnologia em geral, um livro praticamente OBRIGATÓRIO para entender melhor sobre a história de tudo isso… trata-se do livro “A Cabeça de Steve Jobs” que conta, não um pouquinho, mas muito sobre a história da APPLE Inc. e do modo como STEVE JOBS a gerencia. O modo como ele lida com os produtos, seu perfeccionismo, seus focos, erros e como administrar a empresa que, literalmente, pensa diferente e tem um diferencial, são apenas alguns dos seus assuntos.

Você vai saber porque Steve Jobs já foi expulso da própria empresa que fundou e ajudou a crescer e como conseguiu dar a volta por cima livrando a Apple Inc. de uma inevitável falência, em meados dos anos ‘1990. O livro aborda também o sucesso do Apple Lisaprimeiro computador com interface gráfica – aos atuais iPods, Macbooks e iPhones além de analisar os resultados de um longo período de erros, sucessos e até problemas de saúde. Descubra como e porque ele fez uma legião de fãs ao redor do mundo!

Com certeza, para quem gosta da Maçã o livro é uma delícia, pois ele não fala apenas de sobre o JOBS, mas de outras pessoas que trabalhando em conjunto e aprendendo com seus erros, descobriram o quanto do seu potencial estava guardado e pronto para ser usado. Engana-se quem acha que o livro não passa nenhuma lição. Ao final de cada capítulo, seu autor – Leander Kahney – resume as idéias apresentadas e a forma de pensar do tão amado tio Jobs, como os macmaníacos costumam se referir à ele.

Esqueça os “boatos” que tanto especulam sobre sua saúde, e viaje por dentro da cabeça deste mestre visionário que antecipou tantas tecnologias bacanas e  revolucionárias a nós, pobres cidadãos comuns! Leia o livro e aprenda mais sobre este tema, ok ?! E pare de achar que BILL GATES é o “cara”! Para com isso…

O livro pode ser encontrado nas melhores livrarias do ramo, e aqui no Submarino você pode adquiri-lo imediatamente. Se não quiser comprar, tente arrumar emprestado com algum amigo esperto que já o leu e está parado na estante de casa!

É isso aí… boa leitura.

E PRO MAC, NADA !! TUDO !!! [happy birthday to macintosh]

•2 / Fevereiro / 2009 • Deixe um comentário

Em 24 de janeiro de 1984, a Apple Computer lança uma daquelas coisas que chamamos de “revolucionário” pois depois daquilo, tudo será diferente. E não deu outra: depois do MACINTOSH, tudo em matéria de computador pessoal foi muito diferente.

Macintosh, a partir de então, virou sinônimo de um computador revolucionário fabricado pela empresa mais carismática do mundo digital, inventora do computador pessoal de massa. Vinte e cinco anos atrás, porém, talvez apenas uma pessoa tivesse absoluta certeza de que essa caixinha bege com aparência de brinquedo seria capaz de mudar o mundo – seu idealizador, o controverso e genial co-fundador da Apple, Steve Jobs. O slogan inicial já dizia tudo: “o computador para o resto de nós”.

Fato é que o Jobs não foi seu inventor do conceito inicial. Ele era um projeto marginal de dois engenheiros, Jef Raskin e Burrell Smith – final dos anos ‘70 – em que a Apple crescia loucamente com as vendas do Apple II e a IBM ainda não havia entrado no mercado com o seu igualmente histórico IBM-PC.

Desde a concepção inicial o Mac incluía um mouse, mas a revolucionária interface visual com menus, janelas e ícones só seria adicionada posteriormente, com base no trabalho pioneiro do centro de pesquisas PARC, da Xerox, de onde saíram vários engenheiros e conceitos que floresceram na Apple ao longo dos anos ‘80.

A interface intuitiva e o formato irresistivelmente bonitinho conquistaram uma legião de fãs, apesar das vendas iniciais decepcionantes e do preço de US$ 2.495 – mais caro que um Mac Pro, se corrigirmos o valor com a inflação de 25 anos. No primeiro ano o Mac vendeu mal porque, além do preço alto, ainda faltava tudo: memória, acessórios, aplicativos. O Macintosh foi intencionalmente projetado de modo a desestimular a personalização pelo usuário; a Apple pensava, ingenuamente, que o computador já sairia de fábrica com todos os recursos que qualquer um necessitasse, argumento difícil de defender ao levar em conta as deficiências que já saltavam à vista: a máquina era muito lenta, a tela era em preto e branco e minúscula, não suportava HD, não podia rodar dois aplicativos ao mesmo tempo e não contava com um método de expansão. Tais limitações foram eliminadas nas gerações seguintes do Mac, mas os aperfeiçoamentos vinham em um ritmo extremamente lento.
Enfim, isso foi o “embrião” de uma nova fase da indústria da computação, que certamente inspirou toda uma nova geração de PC’s. Os computadores passariam a partir disso a interagir cada vez mais e melhor com o ser humano de uma maneira mais suave, natural.

SALVE O MAC ! VIDA LONGA A APPLE !!